Archive for the Filosofias de Morcego Category

Morte

Posted in Departamento técnico, Filosofias de Morcego on junho 17, 2008 by frodo

Eu nunca sei exatamente como começar um post…
Ainda mais se eu resolvo falar de morte, que, para muitos, é o fim.

Você realmente acredita que somos simplesmente orgânicos? Que a única razão para viver é virar adubo depois de morto? Pra que avanços na medicina então? Que sentido há em viver se somos apenas máquina? Acreditar que não existe Deus é o mesmo que comparar-se a uma torradeira… Você é uma torradeira?

Digo, quando você morrer você acha q vai virar simplesmente lixo? Pra que estudas então? Pra que trabalhas? Qual o sentido da tua vida?

Morte não é o fim. Nunca foi.

Morrer nesse planeta ou em qualquer outro significa alcançar um outro nível de consciência. Significa ter de volta a lembrança de quem você é e saber, se não souberes até então, o que você veio fazer nessa bolota azul ou em qualquer outra bolota colorida. Significa ter liberdade de ser você outra vez, sem nenhuma limitação, descobrir onde evoluiu e onde continua estagnado e ter um breve vislumbre de quanto ainda precisa caminhar.

Morte é vida.

Da matéria que forma seu corpo outros corpos se formarão que outros desígnios cumprirão. Nada jamais se perde, tudo simplesmente se transforma, eis uma verdade.

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Futuro

Posted in Filosofias de Morcego on maio 31, 2008 by frodo

Nossa! Faz tempo que eu não dou uma chegada por aqui!

É um monte de coisa acontecendo ao mesmo tempo e eu acabei deixando de vir postar…

Mas vamos deixar de papo furado… depois eu conto as novidades uashuahsuhauhsuhaus.

O assunto do post me veio a cabeça do nada aqui no quarto e eu acabei ficando um tempinho refletindo em cima disso. O negócio é o “FUTURO”. O futuro é sempre grandioso pras pessoas. Todo mundo vive sempre fazendo planos para o futuro. Mas fazer planos não é um problema. O problema é quando sacrificamos o presente pelo futuro. O futuro que você deseja pode nunca chegar, já pensou nisso? Aliás, a trágica realidade é que você pode ser atropelado e morrer hoje ainda! Hehehe não é praga não. É só uma suposição, não vamos nos exaltar!

Mas o problema é exatamente esse. Parece que falta às pessoas a percepção de que estamos vivendo agora! Que tudo o que você deseja fazer, deve fazer agora. Pode ser sua única chance! Todos sempre seguem aquela história do “vender o almoço pra comprar a janta”. Parece que as pessoas só conseguem fazer uma coisa de cada vez durante longos períodos da vida. O que você quer vem sempre depois de aguma coisa. Se formos colocar nesses termos nós não poderíamos ter um instante de lazer nunca! O tempo não para. A não ser que você queira se divertir só depois dos 60! hehehe

Mas também, vamos ser lógicos. Tem coisas que não podemos colocar dessa forma. Eu não posso construir um grande projeto sem ter vários documentos necessários, fora o diploma. Esse é o mundo. Mas, no caso, só porque eu sou um estudante universitário, eu não vou viver estritamente em função do estudo. Estudar e aprender fazem parte da nossa evolução, é uma coisa que não devemos deixar de fazer nunca. O que temos que entender é que enquanto estudamos, temos que nos divertir! Tanto no momento do estudo quanto no s momentos em que não se está estudando. Não podemos deixar de viver um minuto! Precisamos aprender a saborear cada instante, seja uma vitória ou um darrota, um sorriso ou uma lágrima. Pois você foi feito de cada um deles. Você não seria quem é sem alguns tropeços no caminho, estou errado?

Vamos parar de nos prender ao futuro e viver simplesmente o momento! Aquele que planeja demais vive em um eterno “poderia ter sido assim…”.

Carpe Diem!

Vontade de escrever…

Posted in Filosofias de Morcego on maio 2, 2008 by frodo

hmm deu vontade de escrever…

Vamos falar sobre energia e matéria… Como o universo foi criado? Eu lá sei. Mas não é simplesmente “Deus quis assim”, isso é só uma parte da história. Há quem diga que o universo se contraia e expanda e quando ele se contrai muito, vai se contraindo e contraindo e BUM! Temos um Big Bang! Ele explode e forma outro universo diferente. E quantos universos podem ter existido nesse mesmo lugar antes desse se for assim?

Há outros que dizem que universos surgem quando películas de “não-sei-o-quê” que os separam encostam uma na outra e BUM! Temos um outro tipo de Big Bang! Mas eu não entendo nada sobre o assunto. Só digo isso porque andei conversando a respeito e lendo e vendo alguns documentários. Vai ver que é até a mesma teoria e uma completa a outra. Vai ver eu to viajando. Esses físicos são todos loucos.

O que eu achei interessante mesmo foi a conversa sobre matéria e anti-matéria que eu tive um pouco mais cedo. O que acontece quando você junta matéria e anti-matéria? Hmm… pergunta estranha, alguém aí já viu anti-matéria alguma vez? hehehe

Bom… o que você acha que acontece? Partimos da premissa que qualquer coisa não pode simplesmente deixar de existir, concorda? Eu pensava que sim. Mas no final é meio estúpido pensar isso. Como uma coisa deixa de existir? Não dá pra conceber uma coisa dessas.

Então viajamos mais um pouquinho. Vamos dizer que, pra ter a matéria, precisamos de energia positiva e negativa, como dizem os princípios herméticos. Tudo o que está em cima é igual ao que está em baixo. Isso significa que, assim como precisamos de macho e femea (positivo e negativo) para criar uma pessoa, precisamos de macho e fêmea pra criar matéria. Energia macho e energia fêmea se juntam e BUM! Temos uma pedrinha! Agora, e se essa pedrinha encontrar uma “anti-pedrinha”? Elas se anulam e deixam de existir? Consegue entrar na sua cabeça uma pedrinha simplesmente deixar de existir?!?! Na minha não…

Então… No final chegamos à conclusão q as pedrinhas voltam a ser energia. E seria necessária alguma reação pra que essas energias voltassem a ser uma pedrinha e uma “anti-pedrinha”! Que reação é essa? Pergunte a um físico doidão desses! Eu não tenho a menor idéia!

Ahh! e depois eu fui saber que o Tesla pensava assim também! E deve ter um monte de gente que pensa! Mas chegamos a essa conclusão sozinhos! Eu e a Fernandinha!

Bom… É isso!

Sonhos

Posted in Filosofias de Morcego, Simplesmente eu on maio 1, 2008 by frodo

Antes de começar meu post sobre sonhos, eu gostaria de dizer que não parei com a contagem do Sefirat Ha Ômer… só que está sendo meio tedioso colocar tudo aqui no blog e às vezes eu acho que não devia postar aquilo tudo por aqui. Tenho tudo em um bloco, escrito do meu próprio punho.

Agora eu queria falar um pouquinho sobre sonhos.

Acho que acabei entrando demais nas histórias do Sandman, do talentosíssimo Neil Gaiman, as quais eu tenho recomendado a todos que cruzam meu caminho e devo agradecer à thahy por ter me inspirado a recomeçar a ler as histórias. Estou gostando muito, tanto que, por muitas vezes, ironicamente, deixo de dormir para ler as histórias do Senhos de Sonho.

Sonhos às vezes nos dizem algo sobre nós. Não deve ser coincidência que coisas que se queira muito fazer sejam chamadas de sonhos. Não sei se alguém já parou pra pensar nisso mas, bom, eu parei.

Uma das coisas que eu achei interessantíssimas no jeito que Gaiman coloca é que cada pessoa tem seu próprio mundo particular (particular não viria de partícula?!). Não importa o quão sem graça alguém pareça aos seus olhos, essa pessoa tem algum refúgio, algum lugar que criou pra ir quando precisa pensar, já pensou nisso? Significa que temos, apenas nesse mundo, mais de 6 bilhões de mundos diferentes, onde somos deuses e personagens. Cada mente é um mundo. Cada mundo tem mentes. E cada mente é um mundo. Assim sucessivamente (sucessiva-mente). Isso significa que através de cada pessoa que você conhece, você entra em contato com diversos mundos e ao mesmo tempo você jamais conseguirá ver grande parte desses mundos, ainda assim é empolgante. Quantos mundos se pode conhecer no espaço de uma vida? Quem será que foi o gênio que concebeu uma criação tão interessantemente maravilhosa?

São perguntas meio retóricas, mas pense nelas… talvez teus sonhos te respondam!

Pontos de vista

Posted in Filosofias de Morcego, Simplesmente eu on abril 25, 2008 by frodo

Hmm… eu não sei muito bem o que escrever aqui.

Me veio o título à cabeça e uma idéia. Mas, como sempre, não o texto pronto. Essa é a beleza de escrever. É como ser Deus. Criar e destruir a seu bel prazer. Seja feita a minha vontade!

Sobre pontos de vista. Eu finalmente estou começando a entender. Por mais que tudo te leve a crer que a realidade é uma só, cada um tem seu próprio mundo. E por que eu digo isso? Cada um vê e encara o mundo à propria maneira. Cada pessoa, objeto, tarefa, filosofia é interpretável de tantas formas quanto há pessoas no mundo. Essa é a razão do “conhece-te a ti mesmo”. Você deve primeiro descobrir o seu modo de olhar para tudo para depois poder analisar o modo dos outros. Essa é a questão. Por isso existe a idéia do não julgar. Embora seja, de certa forma, impossível, já que apenas ver uma coisa com seus próprios olhos já é uma forma de julgamento.

Interpretar é uma tarefa solitária e ao mesmo tempo conjunta. Não há como sua interpretação existir sem a interpretação das pessoas à sua volta. Você pode ver uma pessoa sentindo dor, verá que, pelo menos na maioria das vezes, não é algo bom, mas você só saberá o que é quando você mesmo a sentir.

Você consegue enxergar o que eu estou dizendo? Talvez só eu veja o amarelo ou o vermelho como eu vejo. Aos seus olhos o amarelo pode ser completamente diferente, ainda que todos olhemos aquilo como amarelo. Alguém que não saiba o que é o amarelo, daria-lhe outro nome. Assim como todos sentimos de formas variadas. Você tem sua própria concepção de amor ou de ódio. Por mais que veja alguém dizendo “eu amo” ou “eu odeio” você só sabe o que é amar ou odiar quando acontece com você. E pode ser muito diferente, a sua concepção de amor, da minha concepção de amor… Assim como possivelmente é diferente a sua opinião sobre o que eu estou dizendo. Você pode ler esse texto e dizer, “blah blah blah, isso é balela” e só de pensar isso você prova, de certa forma, que eu estou certo. É o seu ponto de vista.

Format Earth:/

Posted in Filosofias de Morcego, Gente não presta, Simplesmente eu on abril 24, 2008 by frodo

Ando tão apocalíptico ultimamente… É algo estranho de se dizer, estranho de se pensar…

Acontece que parte de mim realmente está só no aguardo de alguma coisa que varra pra longe grande parte do que temos hoje como civilização. Essa mesma parte de mim quer que isso aconteça. Não que eu seja mau. Apenas acredito que o mundo precise de uma espécie de limpeza.

Afinal, você não acha que somos a primeira civilização desse planetinha azul, acha?

Eu estava pensando agora de madrugada e me veio a cabeça uma comparação simples e qualquer um que entenda um pouquinho de computador vai sacar o que eu quero dizer.

Vamos dizer que você tem um certo espaço no seu HD, ok? Qualquer um pode entender isso, pelo menos nesses dias de hoje, que qualquer um mexe em computador… E digamos que depois de algum tempo trabalhando com esse HD, ele comece a ficar cheio. É natural que além dos seus trabalhos você vá enchendo o computador de porcaria, que aliás costuma ser o que mais pesa, porque geralmente, o que interessa acaba sendo salvo na menor parte do espaço…

Quando o computador começa a ficar lotado de porcaria sempre começa a dar problema, todos concordam comigo? Cedo ou tarde seu antivírus estará desatualizado e começarão a aparecer vírus novos que você não conhece. A máquina ainda trabalha por algum tempo, mas com muita dificuldade. Já não tem a mesma velocidade que antes, quando você tinha poucos arquivos. Quando você percebe que está ficando difícil de trabalhar, você faz um backup das coisas que você considera importante e formata o computador, não é?

Eu acho que é isso o que deve acontecer com o planeta. Quando ele começa a ficar mais cheio de bobagens do que de coisas importantes, digo, saturado mesmo, ele fica doente. Não tem como simplesmente apagar as bobagens e continuar funcionando, já que existem algumas coisas necessárias para o seu funcionamento que estão definitivamente danificadas. O que fazer então? Bom, vamos salvar o que temos de mais importande e “formatar o planeta”. Começar do zero. Instalar todas as coisas outra vez.

Às vezes perdemos algumas coisas importantes que esquecemos na hora de fazer o backup, outras ficam acessíveis apenas àqueles que sabem como acessar, como em que mídia gravamos tal informação. Por vezes até nós mesmos nos confundimos sobre o que fizemos quando formatamos o computador, perdemos alguma coisa e encontramos muito tempo depois… essas coisas acontecem.

E, sinceramente? Acho que o mundo já está saturado de porcaria… Tá na hora do Format Earth:/